Artigos Espíritas

 

Espaço para divulgação de artigos Espíritas sobre diversos temas

A Paixão de Cristo

Para estudo científico do passado da humanidade, os homens da arqueologia valem-se dos testemunhos materiais que dele existem. Os Espíritos levam certa vantagem. Como todos os fatos ficam gravados no chamado éter divino ou ambiente, eles visitam o passado e recolhem dele as impressões possíveis ao seu estado evolutivo. São os arquivos espirituais. Dentre os Espíritos especialistas em trazer essas informações, podemos citar André Luiz, Humberto de Campos e Amélia Rodrigues. As obras de Amélia Rodrigues são ricas em detalhes sobre os tempos em que Jesus esteve encarnado entre os homens, que não serão encontrados em outra literatura que não a espírita. É através dessa última que apresentaremos considerações acerca da Paixão de Cristo.

Religião como instrumento de alienação

As religiões, no seu verdadeiro sentido, deveriam atuar de forma a esclarecer as pessoas, libertando-as dos seus conceitos convencionais e transportando-as à espiritualização, à religiosidade. Infelizmente, na prática, não é esse o direcionamento dado por várias delas. Muitas têm se transformado em convenções nocivas ao desenvolvimento das criaturas, manipulando conceitos ao seu bel-prazer, na disputa de atrair prosélitos.

Paz no lar

Narra o espírito Neio Lúcio, através da psicografia do médium espírita Chico Xavier: "Naquela noite, Simão Pedro tinha o coração amargurado e entristecido. Aborrecera-se com parentes rudes e de difícil trato. O velho tio o acusara de dilapidar os bens da família e um primo o ameaçara esbofetear. Guardava, por isso, o semblante carregado e austero. Procurou o Mestre e desabafou. 

Transferência
de culpa

Com o advento da internet e consequente popularização de vários tipos de redes sociais, tem-se apontado esses meios como propiciadores às traições amorosas. As pessoas não querem assumir os próprios atos e apelam para a transferência de culpa. E diga-se, essa não é uma prática apenas da atualidade. 

Velhos e
moços

Discute-se qual a melhor época da vida: a da infância despreocupada, da juventude cheia de sonhos e energia para mudar o mundo ou a velhice que acumula experiências. Cada um argumenta conforme lhe é conveniente e a conversa termina sem vencidos ou vencedores. Conforme Rousseau, na juventude deve-se acumular o saber. Na velhice, fazer uso dele.